Uma cliente recebeu a ligação de um golpista que se passava pelo gerente do seu banco. Ele afirmou que ela precisava fazer uma transferência para cancelar movimentações suspeitas. Ao checar o aplicativo, a cliente viu que o número de quem ligava era idêntico ao telefone oficial do gerente. Confiando nisso, ela realizou um Pix de alto valor, limpando quase toda a sua conta.
A cliente acionou os órgãos de defesa do consumidor, mas a instituição financeira se recusou a devolver o dinheiro de forma amigável, alegando que a transferência ocorreu com a senha e a biometria da própria vítima. A Justiça não aceitou o argumento.
A justiça não aceitou o argumento e o juiz entendeu que o banco falhou na segurança do sistema, que deveria ter bloqueado a transação suspeita e fora do perfil da cliente. Além disso, os criminosos mascararam o telefone oficial do banco. A instituição foi condenadae irá devolver o dinheiro roubado com juros e correção monetária, bem como pagar uma indenização por danos morais devido ao estresse e à falta de suporte prestado à cliente.
