Autor: Thaisa Pellegrino

Guarda compartilhada entre mãe e madrinha é reconhecida pela Justiça de SC

A 1ª Vara da comarca de Penha determinou a guarda compartilhada entre mãe e madrinha de um menino criado por ambas. A decisão fixou a residência da madrinha como referência principal, visto que a criança já reside no local há oito anos.

A princípio, a dupla ingressou na Justiça para formalizar a situação prática vivenciada no cotidiano. Por razões profissionais e pessoais da mãe, a madrinha assumiu a responsabilidade direta pelos cuidados da criança ainda nos seus primeiros meses. No entanto, o vínculo afetivo com a genitora foi preservado integralmente, garantindo convivência e visitas constantes ao longo do tempo.

Portanto, as autoras defenderam que regularizar a situação era urgente para autorizar decisões civis sobre saúde e escola. Inicialmente, o pedido liminar foi negado sob a tese de estabilidade familiar. Contudo, no decorrer do processo, o Ministério Público opinou favoravelmente à guarda compartilhada entre mãe e madrinha, ressaltando a primazia do melhor interesse do menor.

Nesse contexto, a magistrada reforçou que a legislação brasileira autoriza arranjos excepcionais quando essenciais para a proteção integral infantil. A moradia da madrinha consolidou-se como o lar de referência afetiva e social do menino. Por isso, alterar essa dinâmica sem motivo plausível geraria instabilidade incompatível com o seu bem-estar.

Em suma, a sentença demonstra a sensibilidade do Judiciário ao abraçar novos formatos de entidades familiares contemporâneas. Deste modo, assegura-se respaldo legal para quem desempenha papéis parentais efetivos no desenvolvimento de uma criança.

Para saber mais sobre direitos de família e novas formas de filiação, leia nosso artigo sobre maternidade socioafetiva no Brasil. Além disso, consulte as orientações oficiais do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre guarda e proteção à infância.

Разбор для игроков: криптовалютные казино

Криптовалютные казино становятся все более популярными среди любителей азартных игр. Возможность играть в казино с использованием криптовалюты позволяет зума казино игрокам обойти многие ограничения, связанные с традиционными онлайн-казино. Однако, при выборе криптовалютного казино на мобильном устройстве, игрокам стоит учитывать несколько важных аспектов. В данной статье мы рассмотрим основные критерии, которые помогут выбрать подходящие игровые форматы на мобильных устройствах для объективного сравнения доступных вариантов.

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Итак, при выборе криптовалютного казино на мобильных устройствах игрокам стоит обращать внимание на репутацию казино, наличие лицензии, выбор игр, удобство использования на мобильных устройствах, бонусы и акции, скорость выплат и качество клиентской поддержки. Соблюдение всех этих критериев поможет выбрать подходящее казино и насладиться азартом без лишних забот.

Justiça paulista condena ex-companheira por injúria via whatsapp

A Justiça de São Paulo determinou a condenação por injúria no WhatsApp de um homem que enviava ofensas frequentes à sua ex-parceira. A decisão foi proferida pela Vara de Violência Doméstica da Penha de França. Nesse contexto, a magistrada entendeu que o comportamento abusivo do acusado extrapolou simples desentendimentos, caracterizando, portanto, agressão moral e psicológica na esfera familiar.

A princípio, a onda de hostilidades ganhou força quando a mulher acionou o Judiciário para fixar a pensão alimentícia da filha. Em sua defesa, o acusado alegou que as mensagens ocorreram em um momento de estresse provocado por disputas financeiras. No entanto, o tribunal desconsiderou totalmente essa tese. Afinal, a juíza assinalou que o descontrole emocional não apaga a intenção de atingir a honra nem valida intimidações.

Por consequência, a sentença pautou-se na palavra da vítima, em relatos testemunhais e na validade das provas eletrônicas. Com isso, o tribunal confirmou a condenação por injúria no WhatsApp, fixando a pena do acusado em 2 meses e 20 dias de detenção em regime aberto. Além disso, o réu teve a pena suspensa por dois anos e pagará ressarcimento por danos morais. A defesa da vítima ficou sob a responsabilidade das advogadas Élida Visgueira Vieira e Ana Flávia Rodrigues Moreira.

Em suma, o desfecho ressalta a evolução dos tribunais ao identificar agressões de gênero praticadas no meio virtual, que frequentemente despontam após o fim do convívio. Deste modo, o veredito enfatiza que divergências financeiras não autorizam ataques à dignidade humana, assegurando pleno valor jurídico aos registros tecnológicos no processo penal.

Para entender mais sobre punições em ambientes digitais, confira nosso artigo sobre direitos da mulher e violência psicológica. Além disso, é relevante consultar as diretrizes do Conselho Nacional da Justiça (CNJ) sobre o combate à violência contra a mulher.

Salongier krok po kroku – kompleksowy poradnik korzystania z platformy

 

Salongier to platforma online, która umożliwia zarządzanie salonami fryzjerskimi i kosmetycznymi. Dzięki niej można łatwo planować grafik pracowników, prowadzić księgowość, zarządzać klientami oraz monitorować sprzedaż. W niniejszym artykule przedstawimy kompleksowy poradnik korzystania z platformy  Salongier, krok po kroku.

Krok 1: Rejestracja

Pierwszym krokiem jest rejestracja na platformie Salongier. Wystarczy wejść na stronę internetową platformy i utworzyć nowe konto. W procesie rejestracji należy podać podstawowe dane, takie jak nazwa salonu, adres e-mail oraz hasło. Po zarejestrowaniu się można zalogować się do platformy i rozpocząć korzystanie z jej funkcji.

Krok 2: Dodawanie pracowników

Po zalogowaniu się do platformy, należy dodać pracowników salonu. Wystarczy wybrać zakładkę "Pracownicy" i kliknąć przycisk "Dodaj pracownika". Następnie należy podać dane osobowe pracownika oraz określić jego rolę w salonie (np. fryzjer, kosmetyczka). Po dodaniu pracowników można przypisać im harmonogram pracy oraz monitorować ich obecność w salonie.

Krok 3: Zarządzanie usługami i cenami

Kolejnym krokiem jest dodanie usług, które są oferowane w salonie oraz określenie ich cen. W panelu administracyjnym platformy Salongier można łatwo zarządzać usługami i ich cenami. Wystarczy wybrać zakładkę "Usługi" i dodać nową usługę, podając jej nazwę, opis oraz cenę. Można także określić czas trwania usługi oraz przypisać ją do konkretnego pracownika.

Krok 4: Planowanie grafiku pracy

Kolejnym ważnym elementem jest planowanie grafiku pracy pracowników. W panelu administracyjnym platformy Salongier można łatwo ustalić harmonogram pracy dla każdego pracownika. Wystarczy wybrać zakładkę "Grafik" i ustalić dni i godziny pracy dla poszczególnych pracowników. Można także dodawać urlopy, dni wolne oraz nadgodziny.

Krok 5: Zarządzanie klientami

Kolejnym istotnym elementem jest zarządzanie bazą klientów salonu. W panelu administracyjnym platformy Salongier można przechowywać dane klientów, tworzyć historie ich wizyt oraz wysyłać im powiadomienia o promocjach i nowych usługach. Wystarczy wybrać zakładkę "Klienci" i dodawać nowe rekordy klientów, podając ich dane kontaktowe oraz preferencje.

Krok 6: Monitorowanie sprzedaży

Ostatnim krokiem jest monitorowanie sprzedaży salonu za pomocą platformy Salongier. W panelu administracyjnym można generować raporty sprzedażowe, analizować przychody oraz wydatki, a także obserwować trendy sprzedażowe. Dzięki temu można łatwiej planować strategie marketingowe i zwiększać rentowność salonu.

Podsumowując, platforma Salongier to skuteczne narzędzie do zarządzania salonem fryzjerskim lub kosmetycznym. Dzięki jej funkcjom można łatwo planować grafik pracy, zarządzać usługami i cenami, monitorować sprzedaż oraz dbać o relacje z klientami. Korzystając z powyższego poradnika, można skutecznie wykorzystać potencjał platformy Salongier i zwiększyć efektywność działania salonu.

Retirada de sobrenome paterno por violência é permitida no TJRS

A Justiça do Rio Grande do Sul autorizou a retirada de sobrenome paterno por violência familiar. A decisão partiu da comarca de Caxias do Sul. No processo, um homem obteve autorização para excluir o patronímico e adotar o sobrenome materno. O autor relatou que o pai cometeu um crime contra a sua mãe. Em seguida, o agressor tirou a própria vida. Por isso, manter aquele nome no registro civil perpetuava uma lembrança extremamente traumática.

Além disso, laudos de perícia psicológica confirmaram o sofrimento psíquico do requerente. A avaliação mostrou que carregar o sobrenome provocava um sentimento contínuo de não pertencimento. Diante disso, a juíza do caso ressaltou que o nome civil vai além da simples identificação pública. Na verdade, ele integra os direitos fundamentais da personalidade e a dignidade humana.

Portanto, a retirada de sobrenome paterno por violência apoia-se em regras excepcionais da legislação. Embora o sistema jurídico busque a estabilidade dos registros, os tribunais admitem alterações quando existe justo motivo e ausência de fraude. Afinal, a Justiça entende que impor a permanência de uma memória dolorosa viola o direito de viver com dignidade.

Contudo, a decisão também aplica os princípios do Direito Civil-Constitucional ao colocar a pessoa no centro das normas. Nesse sentido, os institutos jurídicos não devem seguir apenas uma ótica formal ou biológica. Quando o sobrenome deixa de representar pertencimento e gera dor psicológica constante, a alteração torna-se uma medida de proteção indispensável.

Desse modo, essa flexibilização do registro não prejudica a segurança jurídica. Pelo contrário, o julgamento confirma que a lei protege histórias reais. Assim, a retirada de sobrenome paterno por violência consolida-se como um instrumento essencial para resgatar vínculos afetivos e assegurar a autonomia plena do indivíduo perante a sociedade.

Reconhecimento de Paternidade Socioafetiva e Multiparentalidade em SC

A 1ª Vara Cível da comarca de São Francisco do Sul, no Estado de Santa Catarina, concedeu o reconhecimento de paternidade socioafetiva em favor de uma adolescente. A sentença judicial autorizou a inclusão formal do nome do pai e dos avós socioafetivos na certidão de nascimento, além da alteração do sobrenome da jovem. No entanto, o tribunal rejeitou o pedido de exclusão do pai biológico, mantendo ambos os vínculos afetivos e biológicos no registro oficial.

No processo analisado, o pai biológico efetuou o registro da filha na infância, mas jamais desempenhou as funções parentais. Por outro lado, o pai socioafetivo assumiu o cuidado, a assistência e a orientação da jovem desde a gestação. Os laudos da avaliação psicológica e do estudo psicossocial confirmaram a existência da paternidade socioafetiva, destacando o desejo da adolescente de ver essa relação reconhecida perante a lei.

Na fundamentação jurídica, o magistrado destacou que a ausência de convivência com o pai biológico não justifica o apagamento de sua origem. A origem biológica compõe a identidade da pessoa e pode coexistir com o afeto construído diariamente. Por esse motivo, o Poder Judiciário aplicou o instituto da multiparentalidade, permitindo a convivência harmoniosa das duas filiações no documento civil da cidadã.

Nesse cenário, juristas apontam que a decisão valoriza a afetividade, o respeito e a convivência no âmbito do direito de família. O longo tempo de exercício da função paterna e o laço consolidado foram determinantes para a resolução do caso. A manutenção do vínculo biológico ao lado do socioafetivo reflete a busca da Justiça por decisões personalizadas. Assim, a paternidade socioafetiva fortalece a dignidade da pessoa humana e assegura a proteção integral garantida pela Constituição Federal para crianças e adolescentes.

Curatela Restrita a Atos Patrimoniais É Mantida Pelo TJPR

A curatela restrita a atos patrimoniais e negociais foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). A 12ª Câmara Cível negou o recurso de um marido que pedia a curatela plena da esposa. A mulher recebeu o diagnóstico de demência frontotemporal, uma doença neurodegenerativa e progressiva. Apesar da gravidade do quadro médico, o tribunal rejeitou a extensão da medida para todos os atos da vida civil. A decisão baseou-se fundamentada nas diretrizes do Estatuto da Pessoa com Deficiência.

Nesse cenário, o colegiado destacou que a legislação brasileira não admite mais a interdição total. A lei atual busca proteger a dignidade humana e preservar a autonomia do indivíduo. Portanto, a curatela funciona como uma medida proporcional e excepcional. Ela deve se limitar à gestão de bens, rendas e rendimentos previdenciários. Por causa dessa regra, atos como a venda de imóveis e a quitação de dívidas continuam dependendo de prévia autorização judicial.

Além disso, os magistrados reforçaram que a enfermidade não retira a personalidade jurídica do indivíduo. A medida protetiva não transforma o curador em proprietário da pessoa curatelada. Desse modo, os direitos existenciais relacionados ao próprio corpo, à saúde, à privacidade e à convivência familiar permanecem preservados. A exigência do aval do juiz para movimentar valores evita a dilapidação do patrimônio e protege a subsistência do cidadão.

Juristas e especialistas apontam que o entendimento adotado pelo TJPR alinha a prática jurídica nacional aos direitos humanos. O modelo atual substitui a lógica da exclusão por um sistema baseado na assistência e no respeito. Assim, mesmo diante de limitações permanentes, a capacidade legal e a dignidade da pessoa continuam resguardadas contra decisões arbitrárias ou interferências indevidas na sua rotina diária.

Uso de Imóvel Cedido por Ex-Marido Não Gera Usucapião no TJMG

O uso de imóvel cedido por ex-marido após o divórcio não garante o direito à usucapião. A 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) tomou essa decisão recentemente. O órgão manteve a sentença que negou o pedido de propriedade feito por uma mulher. No processo, a autora alegou que recebeu o bem por doação ou que adquiriu a posse pelo tempo de moradia. Contudo, o ex-cônjuge comprovou que apenas autorizou a ocupação temporária do local para ajudar no sustento do filho do casal.

Nesse cenário, o tribunal mineiro destacou que a moradia decorreu de mera permissão ou tolerância do proprietário. Portanto, a mulher exerceu apenas a posse precária da residência. Para obter a usucapião, a legislação exige a posse com intenção de dono. Quando a ocupação ocorre por gentileza ou autorização verbal, o morador não atua como dono definitivo do patrimônio. Desse modo, o tempo prolongado de moradia não transforma a permissão em direito de propriedade.

Além disso, os juízes avaliaram que a finalidade da ocupação era gerar renda para a família. Esse fato afasta o requisito principal da prescrição aquisitiva. Juristas ressaltam que acordos temporários entre ex-cônjuges evitam litígios e protegem os filhos. Por isso, a autorização para uso do bem não deve causar a perda do patrimônio. Para evitar conflitos futuros após a separação, especialistas orientam formalizar a partilha de bens com agilidade ou registrar permissões por escrito.

Exclusão de Maternidade por Abuso: Jovem Recorre ao TJSP

A exclusão de maternidade por abuso virou o centro de um debate jurídico inédito no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Nesse caso, uma jovem acionou a segunda instância para retirar a filiação materna do seu registro civil. Ela relata que sofreu agressões, exploração e abandono praticados pela própria mãe na infância. Na primeira instância, a Vara de Família de São Vicente autorizou apenas a remoção dos sobrenomes maternos. Contudo, o juiz negou o pedido de exclusão da mãe do campo de filiação. Ele fundamentou a decisão na regra da veracidade registral.

Por causa do resultado, a defesa apelou ao TJSP. Os advogados sustentam que manter o vínculo gera sofrimento psicológico constante. Além disso, a situação viola a dignidade da pessoa humana. Afinal, a filiação exige deveres reais de cuidado, afeto e proteção. Quando esses laços se rompem por conta de violências, a vítima não deve carregar o nome da agressora.

Portanto, a tese de exclusão de maternidade por abuso ganha força. Os juristas defendem que a filiação civil não pode se resumir à origem biológica. Além disso, especialistas em Direito de Família lembram que a lei permite flexibilizar o registro público em casos graves. Dessa forma, o Judiciário pode aplicar à maternidade os mesmos precedentes usados em casos de paternidade. Desse modo, a Justiça consegue evitar a revitimização e proteger a saúde mental do cidadão.

STJ confirma cobertura obrigatória de cirurgia de feminização facial por planos de saúde

O Superior Tribunal de Justiça determinou que as operadoras privadas devem custear os procedimentos de transição de gênero. Com efeito, o tribunal reafirmou a obrigatoriedade da feminização facial por plano de saúde. Por causa disso, a Terceira Turma do STJ rejeitou o recurso de uma empresa que negava o atendimento. Além disso, a relatora ressaltou que a cirurgia não possui fins meramente estéticos.

De acordo com a ministra relatora, o procedimento cirúrgico busca garantir a saúde integral da paciente. No entanto, a operadora de saúde alegava que o tratamento estaria fora do rol obrigatório da Agência Nacional de Saúde Suplementar. Posteriormente, a análise judicial demonstrou que as técnicas médicas prescritas servem para combater o sofrimento psicológico e o estigma social. Consequentemente, a negativa da empresa foi considerada totalmente ilegal.

Por isso, o STJ destacou que a cirurgia de feminização facial por plano de saúde é indispensável para a afirmação de gênero. Dessa forma, o processo de readequação sexual ganha um amparo jurídico robusto para pacientes transgêneros no país. Portanto, o direito ao bem-estar e à dignidade humana prevalece sobre as limitações contratuais das operadoras.

De fato, os procedimentos solicitados já constam na tabela oficial da saúde suplementar do país. Assim, a decisão reafirma o papel do Judiciário em humanizar as relações contratuais e garantir o acesso à medicina moderna. Por fim, essa vitória histórica assegura que as barreiras burocráticas não impeçam o pleno desenvolvimento da identidade pessoal.